VACANTE
 
(2020-2021) 

À deriva pelas ruas vazias de Fortaleza, percebo a paisagem urbana se manifestar de maneira diferente. Transformada pela ausência momentânea, revelam-se espaços silenciosos e suspensos no tempo. A quem pertence esses lugares abandonados?

 

Em “Vacante”, proponho uma investigação visual dessas paisagens vernaculares, agora inabitadas, colocando em questão a delicada tensão entre homem e ambiente, a partir dos resquícios das construções na natureza ocupada, alterada e significada pela presença humana.